Procurando o quê?

siga-me

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Uma garganta


"Ela tem um saxofone na garganta", foi o que disse a lenda do jazz estadunidense, Louis Armstrong, sobre a voz de Elza Soares, na época uma garota de 20 e poucos anos.Viajem nela.

sábado, 11 de abril de 2009

Um Drink Whitman!!!


Eu mesmo faço apenas escrever
uma ou duas palavras
indicando o futuro;
faço tocar a roda para a frente
apenas um momento
e volto para a sombra
correndo.

quinta-feira, 9 de abril de 2009

FILOBOSTANDO


Não estou aqui para escrever tratados filosóficos.Mas como disse minha amiga Priscila TRATAR DE DESMANTELAR OS TRATADOS.

terça-feira, 31 de março de 2009

STABLISMAN


O sorriso arrancado
As flores sintéticas pelos cômodos
Possibilidades indo embora,
Eu ainda aqui procurando sonhos
Sendo matéria prima
Verminoses incomodando bocas
Passadas lentas
Viagens perdidas na estação adiante
Papeis avulsos
Poesias arrancadas de mim
Tua boca,
Laboratório indelicado
Algemas
Carcereira de minha língua, em êxtase!

POESIA CHÃO


Passadas!
Andando vou lá desfazer nó em solidão,
Sou eu e todo o chão!
Madrugada gritante
Inferno de Dante.
Até quando meus passos?
Voltar ao asfalto
Largar amores
Tudo que vier é pouco
Apesar das buscas.
Aqui sempre
Lá o nunca
O sem fim
A vasta procura por minhas sombras, dogmas e medos!
Sonhos que me habitam
Assimetrias indo e vindo
Caos, estorvos, pedras, linhas e olhos.
É tempo de tudo
Próteses itinerantes
Palavras eletrônicas
Aldeias e ocas
Bebel em ruínas,
A procura quieta!
A vontade de morte a espera de um eu caído,
Será?
Montanhas de gritos,
Ecos me tomando acara
E o cigarro com câncer!
De novo a poesia tomando ópio
Desvendando mistérios,
É rede em lugar de máquina indo aos confins
Para me encontrar em remoinhos!
Paralelepípedos, piches, ruas, passadas e calcanhares.
Legião de signos, palavras e gritos!
Nada que não seja o túnel em penumbra
Nenhuma luz que seja lanterna nas costas,
Asco se tomando
Mas que não malina.
O difícil permanecer constante.
Caminhos, tu em retirada
Tomando prova dos nove
Negando tédios, beijos gelados, frieza do tempo em torturas.
Não só o tudo aqui
Nem mais palavras soltas
Perdidas em lábios frios
Que nos leve desses sertões!
Saídas sem portas
Lugares e seus alentos
Nos contemplando de longe.